Há alguns meses escrevi sobre um jovem que estava a
procura do seu pai biológico na Austrália. Hoje, li no Avvenire outro caso que parece de filme de ficção cientifica.
No Canadá, um casal que concebeu um filho in vitro e alugou um útero, descobriu que o bebê tem síndrome de Down. Sendo assim, os pais exigem que a mãe de aluguel aborte a criança, a proprietária do útero, por sua vez, diz que não vai fazer o aborto. No contrato estabelecido diz que caso a mãe de aluguel não queira abortar o casal não tem nenhuma responsabilidade pela gravidez. E agora José...?
A criança é tratada como um produto defeituoso que pode ser descartado sem o mínimo escrúpulo. Foi aberto o processo judicial para decidir o que será feito neste novo caso jurídico, ético e médico.